sexta-feira, 2 de maio de 2014

Tabela de peso

Eu sempre acompanho o peso e altura dos meus filhos desdo nascimento. Mas, quando olho a  tabela de Peso x Idade do cartão de saúde do bebê, não entendo nada!
Então pesquisei e encontrei essa tabela bem explicativa, agora fica fácil de acompanhar né!

Neste mês Luiza conhecerá novos alimentos: Sucos, frutas, Mingual, sopinhas e etc. Desde dois meses ela toma leite Nestogeno, pois não estava ganhando peso suficiente só com a mama, e agora aos 5 meses e dois dias ela esta com 5,400 peso baixo pra idade, tudo isso porque está dodói o que dificulta de se alimentar direito.

FAIXA DE PESO E ESTATURA MAIS COMUNS, POR IDADE E SEXO
SEXO
MASCULINO
FEMININO
IDADE
FAIXA MAIS COMUM
FAIXA MAIS COMUM
PESO (kg)
ESTATURA (cm)
PESO (kg)
ESTATURA (cm)
3 meses
5,640 – 7,130
59 – 64
5,170 – 6,610
58 – 62
4 meses
6,090 – 7,710
60 – 66
5,620 – 7,100
59 – 64
5 meses
6,510 – 8,250
62 – 67
6,040 – 7,570
61 – 66
6 meses
6,920 – 8,760
64 – 69
6,450 – 8,020
63 – 67
7 meses
7,310 – 9,240
65 – 71
6,830 – 8,450
64 – 69
8 meses
7,680 – 9,690
67 – 72
7,190 – 8,870
65 – 70
9 meses
8,030 – 10,120
68 – 74
7,530 – 9,280
67 – 72
10 meses
8,360 – 10,520
70 – 75
7,860 – 9,670
68 – 73
11 meses
8,670 – 10,900
71 – 77
8,160 – 10,040
70 – 75
1 ano
8,980 – 11,250
72 – 78
8,460 – 10,400
71 – 76
1 a 3 m
9,790 – 12,210
76 – 81
9,250 – 11,420
74 – 80
1 a 6 m
10,500 – 13,020
79 – 85
9,920 – 12,350
77 – 83
1 a 9 m
11,120 – 13,710
81 – 88
10,510 – 13,210
80 – 86
2 anos
11,660 – 14,330
84 – 90
11,020 – 14,000
83 – 89
2 a 3 m
12,150 – 14,880
86 – 93
11,470 – 14,730
85 – 92
2 a 6 m
12,580 – 15,390
88 – 95
11,880 – 15,430
87 – 94
2 a 9 m
12,980 – 15,880
90 – 97
12,250 – 16,100
89 – 97
3 anos
13,360 – 16,370
91 – 99
12,610 – 16,750
91 – 99
3 a 3 m
13,720 – 16,860
93 – 101
12,950 – 17,380
93 – 101
3 a 6 m
14,070 – 17,380
94 – 102
13,280 – 18,000
94 – 102
3 a 9 m
14,420 – 17,910
96 – 104
13,610 – 18,620
96 – 104
4 anos
14,770 – 18,480
97 – 106
13,950 – 19,230
97 – 106
4 a 6 m
15,500 – 19,710
100 – 109
14,660 – 20,460
100 – 109
5 anos
16,260 – 21,070
103 – 112
15,410 – 21,710
103 – 112
5 a 6 m
17,080 – 22,560
106 – 115
16,210 – 22,980
105 – 116
6 anos
17,930 – 24,140
109 – 119
17,060 – 24,280
108 – 119
6 a 6 m
18,820 – 25,780
112 – 122
17,950 – 25,600
111 – 122
7 anos
19,720 – 27,440
115 – 125
18,850 – 26,940
114 – 125
7 a 6 m
20,620 – 29,070
118 – 128
19,770 – 28,310
116 – 127
8 anos
21,500 – 30,680
120 – 131
20,680 – 29,710
119 – 130
8 a 6 m
22,350 – 32,240
123 – 134
21,600 – 31,170
122 – 133
9 anos
23,170 – 33,790
125 – 137
22,540 – 32,720
124 – 136
9 a 6 m
23,950 – 35,380
127 – 139
23,520 – 34,400
127 – 138
10 anos
24,720 – 37,100
129 – 141
24,600 – 36,300
129 – 141
10 a 6 m
25,520 – 39,100
130 – 144
25,850 – 38,500
132 – 144
11 anos
26,400 – 41,560
132– 146
27,360 – 41,110
134 – 147
11 a 6 m
27,430 – 44,740
134 – 149
29,270 – 44,290
137 – 150
12 anos
28,710 – 48,950
136 – 152
31,730 – 48,200
140 – 154
Lembre-se: somente o médico da criança pode avaliar seu crescimento. Uma criança pode estar fora da “faixa mais comum” e ter um crescimento normal.
Fonte: Bebê Store

sábado, 26 de abril de 2014

Desenvolvimento do Bebê

Recém-nascido:
Estatura média: 48,5 cm (meninas) e 49,5 cm (meninos).
Nesta fase o bebê basicamente dorme e mama o tempo todo. Quando está acordado, olha fixamente a mãe. É fundamental mantê-lo enroladinho, para reproduzir a sensação de segurança e aconchego do útero materno. Fique atenta às funções fisiológicas, como urina, evacuação, mamadas e sono. Se perceber qualquer alteração, procure o pediatra.
1º mês
Estatura média: 52 cm (meninas) e 54 cm (meninos).
O bebê reage a sons altos, como toque de telefone, e também à luz, fechando os olhos. Quando percebe uma presença familiar, sorri. Até o terceirº mês, o bebê não diferencia estímulos internos (fome) dos externos (frio), para ele são apenas incômodos. Se a criança não reagir a sons e luzes, informe ao pediatra.
2º mês
Estatura média: 56 cm (meninas) e 57 cm (meninos).
O bebê fixa o olhar da mãe e de pessoas próximas e reage quando lhe são mostrados brinquedos e objetos coloridos. Emite sons indefinidos, como "ah" e "uh". Nesta fase, o bebê sorri e até gargalha sem motivo aparente. O choro, até o sextº mês, é a única forma que ele tem para se comunicar e dizer que algo está errado. Caso o bebê não emita sons, a mamãe deve informar ao pediatra, principalmente se ela teve rubéola ou catapora durante a gestação.
3º Mês
Estatura Média: 59 cm (meninas) e 60 cm (meninos). 
Sorri ao olhar pessoas, brinquedos e móbiles. Sustenta bem o pescoço e gira a cabeça na direção de sons ou pessoas. Associa o choro à ausência da mãe porque percebe que depende de alguém para aliviá-lo do desconforto (fome ou troca de fralda). Fale com o médico se a criança não sustentar bem o pescoço.
4º Mês
Estatura média: Meninas - 61 cm (meninas) e 63 cm (meninos).
Tenta agarrar objetos, movimenta bem as perninhas e balança a cabeça. 
Nessa fase, é possível que o bebê já consiga segurar objetos. Caso o bebê não se movimente, informe ao pediatra.
5º Mês
6º Mês

Estatura média: 65 cm (meninas) e 67 cm (meninos) 
Pega os brinquedos e passa de uma mão a outra com mais facilidade. Leva o pé à boca e, em alguns casos, consegue girar o corpo e pronunciar sílabas como ma-ma, pa-pa. Nesta fase, jamais deixe o bebê sozinho sobre a cama, pois ele pode rolar e cair.
7º Mês
Estatura média: 67 cm (meninas) e 69 cm (meninos) 
A maioria dos bebês nesta fase senta-se bem, brinca, interage com pessoas, diz ma-ma e pa-pa e se arrasta no chão. Para eles, o mundo é dividido entre o que é bom (causa prazer) e o que é mau (causa desconforto). Todo o cuidado é pouco: ele já é capaz de puxar toalhas e balançar móveis.
8º Mês
Estatura média: 69 cm (meninas) e 71 cm (meninos) 
Emite sons, como se estivesse conversando, grita ao reconhecer os familiares e começa a engatinhar. Estimule-o brincando de esconde-esconde, isso ajuda a fixar as imagens. Fique de olho especialmente quando ele estiver na cozinha e banheiro: os riscos de encostar no forno quente ou ter contato com a água do vaso sanitário são grandes.
9º Mês
Estatura média: 70 cm (meninas) e 72 cm (meninos) 
Gosta de jogar objetos no chão, consegue ficar de pé no berço, dá passinhos para o lados, bate palminha e dá tchau. Pode ficar assustado com pessoas estranhas, ou que não vê com frequência. Cuidado: ao tentar manter-se em pé, ele pode soltar-se do apoio e cair.
10 Meses
Estatura média: 71,5 cm (meninas) e 73,5 cm (meninos)
Começa a dar passinhos, apoiando-se. Há casos em que, nesta fase, o bebê já consegue andar. A imagem da mãe, mesmo que não esteja presente, deixa o bebê mais confiante. Tem noção de tempo, passado e futuro. Mantenha medicamentos e produtos de limpeza nas prateleiras mais altas.
11º Mês
Estatura média: 73 cm (meninas) e 75 cm (meninos) 
Já fala palavras com significado, como nenê, para referir-se a si próprio e a outras crianças. Em muitos casos, já anda sozinho. Abre e fecha as portas, gavetas e armários. Para ele, tudo é brinquedo. Mantenha objetos cortantes ou pontiagudos fora do alcance dos bebês. Ensine-o a abrir e fechar as portas sem machucar os dedinhos.
1 Ano
Estatura média: 74 cm (meninas) e 76 cm (meninos) 
A maioria senta-se e levanta-se sozinho, aponta o que quer e fala frases com mais de 5 palavras. Nesta fase, a criança explora todos os ambientes, cerque-o de cuidados para evitar acidentes.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Pé Torto Congênito parte 2



Hoje passou no "Programa do Bem Estar", uma matéria sobre pé torto congênito. Foi ótimo ver especialistas falarem sobre o caso, assim pude tirar duvidas. Quem tem filhos sabe o quanto é bom se manter informada sobre tudo que envolve a saúde e o desenvolvimento deles.

Aqui um pouco da matéria pra quem não asistiu na Tv.

Entenda  como  é  o  tratamento  para  corrigir o pé  torto  congênito  nos  bebês


Apesar de ser um susto para os pais, o pé torto congênito é um dos problemas mais comuns nos recém-nascidos – 1 em cada 1.000 tem, como mostrou o Bem Estar desta quarta-feira (23). O curioso é que mesmo tendo um fator genético associado, se a mãe não tem nenhum parente com a má-formação, mesmo assim ela pode ter um filho com o problema.
O mais importante é tratar logo que a criança nasce, com o uso de gessos, como alertaram o ortopedista Henrique Sodré e a pediatra Ana Escobar. Os gessos são trocados de 4 a 8 vezes semanalmente e algumas crianças já conseguem resultados – no entanto, a maioria dos casos exige cirurgia.
Na operação, que não demora mais do que 20 minutos, o médico faz um corte no meio do tendão para que ele se solte. Depois, a criança usa órteses por mais ou um dois anos. Quando ela começa a andar, ela troca as órteses por botas ortopédicas e palmilhas especiais, que ajudam a orientar o crescimento dos pés.
Outro problema que pode ser detectado ainda na maternidade é a displasia coxofemoral, problema congênito que faz com que o bebê nasça com o quadril fora do lugar. Como essa disfunção pode aumentar conforme a criança cresce, é importante que ela seja descoberta logo no nascimento, através de uma manobra clínica feita pelo pediatra. Depois, ele pode pedir um ultrassom para confirmar. O tratamento é feito com uma órtese que funciona como um suspensório para colocar o quadril no lugar.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Pé Torto Congênito

 Você já ouviu falar de "Pé Torto Congênito"?

Como já sabem, minha  Luiza Lara nasceu em  Novembro de 2013. Nos pegando de surpresa vindo de  36 semanas e 5 dias. Confesso que até já esperava essa chegada antecipada, pois os sinais estavam a mil.

 A surpresa maior pra me, foi saber que ela tem  "Pé Torto Congênito", fiz três ultra sonografias  e em nem uma delas constatou qualquer problema. Na hora em que a medica me contou, não fiquei asustada, não chorei, apenas perguntei o porque e como iria tratar. Ela respondeu que logo alguém me daria informações. No outro dia uma enfermeira olhou pra minha bebê e soltou " há sua bebê tem pé tortos né! o tratamento é tão demorado, eles quebram os pezinhos e engessam". Eu  fiquei horrorizada! triste pensando  como iria aguentar isso, até que apareceu um medico e me explicou tudo bem direitinho.
 Chegando em casa pesquisei mais sobre o caso, em como tratar, quais as vantagens e desvantagens,

                            Luiza com 1 mês e 11dias de nascida...


                         Aqui já da pra ver o resultado depois de três semanas  de gesso....




Há  crianças que tem pé torto bilaterais  e  outras em um dos pés apenas. O tratamento é iniciado com dias de nascido, no caso da Luiza começou o tratamento com 1 mês e 24 dias, por que o medico tava de ferias, ela tem Pé torto congênito bilaterais, e na primeira semana de tratamento vimos resultado! ficamos muito felizes.

Postarei informações, e contarei cada passo do tratamento, espero que este e outras postagens ajudem outras mães que passam por este mesmo dilema.

Usamos a Técnica de Ponseti:

Esta técnica foi desenvolvida pelo ortopedista espanhol Dr. Ignacio Ponseti que dedicou vários anos ao estudo da biomecânica do pé torto congênito, estes estudos resultaram nessa técnica de tratamento conservador. 
A maioria dos pés tortos podem ser corrigidos ainda quando bebês em seis a oito semanas com manipulações adequadas e aplicação de gesso. O tratamento é baseado no entendimento da anatomia funcional do pé e da resposta biológica de músculos, ligamentos e ossos às alterações de posicionamento obtidas pelas manipulações seriadas e aplicação de gesso.
Menos de 5% das crianças nascidas com pé torto têm pés rígidos, encurtados e graves com ligamentos rígidos, que não cedem ao alongamento. Essas crianças precisam de correção cirúrgica. Os resultados são melhores se a cirurgia óssea e de partes moles pode ser evitada. A cirurgia no pé torto é invariavelmente seguida de formação de tecido fibroso cicatricial, cicatrizes e fraqueza muscular que se tornam mais graves e limitantes após a adolescência.
O tratamento deve começar na primeira ou segunda semana de vida para aproveitar a elasticidade favorável dos tecidos que formam os ligamentos, cápsulas articulares e tendões. Com o tratamento conservador, essas estruturas são alongadas com manipulações cuidadosas semanais. Um gesso é aplicado após cada sessão semanal para manter a correção e o alongamento obtidos. Assim, os ossos são gradualmente trazidos para o alinhamento correto.
Cinco a sete gessos longos, da coxa ao pé, com os joelhos em ângulo reto são geralmente suficientes para corrigir a deformidade. Mesmo os pés mais rígidos requerem não mais que 8 ou 9 gessos para obtenção da correção máxima. Antes da aplicação do último gesso que é mantido por 3 semanas, o tendão de Achiles é geralmente cortado, num procedimento na própria clínica, sob anestesia local, para completar a correção do pé.
Quando o último gesso é removido, o tendão já se refez, no comprimento adequado. Depois de 2 meses de tratamento, os pés devem apresentar-se supercorrigidos.
Após a correção, a deformidade tende a recidivar. Para prevenir a recidiva, quando o último gesso é retirado, deve-se usar uma órtese tempo integral por três meses e depois apenas à noite por 14 horas noturnas, durante 4 anos.
A órtese consiste de uma barra ( com o comprimento da distância entre os 2 ombros ) com botinhas altas abertas na frente presas à barra com 70 graus de rotação externa. Uma tira de couro ou plastizote deve ser colada acima do calcanhar para impedir que os pés escorreguem para fora. A criança pode ficar desconfortável inicialmente quando tentar mover as pernas separadamente, mas logo aprende a mexer as duas pernas juntas e fica mais tranquila. Em crianças com pé torto unilateral, o pé normal é fixado na botinha com 40 graus de rotação externa.
O exame radiográfico seriado geralmente não é necessário, porque além de não ter ocorrido ainda grande parte da ossificação do pé (ossos são ainda estruturas cartilaginosas) é possível palpar-se com os dedos a posição dos ossos e sentir-se o grau de correção. O mesmo não ocorre em casos complexos.
Quando a deformidade recidiva mesmo seguindo-se todos os cuidados, uma pequena cirurgia pode ser necessária após os 2 anos de idade. A cirurgia consiste em transferir o tendão do músculo tibial anterior mais lateralmente no pé.

O tratamento de Luiza, é feito no Hospital Albert Sabin em Fortaleza, semanalmente. No começo foi difícil, ela chorava muito, dormia mal, o banho não tem como ser demorado, a não ser no dia das trocas de gesso dado na própria clinica.

 A higienização é simples: Cubra o gesso, evitando-o a entrada de água na hora do banho. Não levante  as pernas segurando pelo gesso, isso evita um deslocamento. Cuidado na troca de fraldas, para que o gesso não seja sujo om fezes e urina.




quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Exames Na Maternidade

Olá!!

Hoje vim falar de três exames que o bebê pode fazer ainda na maternidade, você sabe quais são eles? 
dos três citados, só o do pezinho consegui fazer, no Hospital da mulher em Maracanaú tem os três mas, eles nem sempre fazem.


Teste do pezinho:
O teste do pezinho (Tiragem neonatal) é nacional e obrigatório e gratuito em todo Brasil. Todos os bebês recém nascidos devem faze-los. Este exame visa detectar precocemente algumas doenças genéticas e metabólicas, que podem causar alterações no desenvolvimento mental e físico do bebê, como: Hipotireoidismo congênito, Fenilcetonúria, Fibrose cística, e doença Falciforme. normalmente ele é realizado nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida, podendo ser feito até o seu 7º dia de vida.
O teste é simples e rápido, feito através de um furinho no calcanhar do pezinho do bebê para coleta de amostra de sangue que será analisada. A tiragem neonatal vista também  o acompanhamento permanente das pessoas detectada com estas doenças, evitando maiores sequelas e deficiências.

Teste do olhinho:
O teste do olhinho (Teste do reflexo vermelho) ainda não possui uma lei federal que garanta sua realização obrigatória e gratuita. Porem em alguns estados brasileiros  possuam leis que estabelecem a obrigatoriedade deste exame em hospitais e maternidades publicas e privadas. Este exame, pode ser feito por um pediatra, ajuda a prevenir e detectar infecções e doenças oculares como  catarata congênita, glaucoma e cegueira. O teste é feito em quarto escuro, é rápido e indolor. Ele é realizado através de um feixe de luz que é emitido por um aparelho chamado oftalmoscópio, semelhante a uma lanterna.
Recomenda-se realizar este exame ainda na maternidade. Quanto antes for detectada  e diagnosticada alguma  deficiência visual ou problema ocular no bebê, mais eficaz será o tratamento e menores são as chances de cegueira,
 
Teste da orelhinha:
O teste da orelhinha ( Tiragem auditiva neonatal), também é obrigatória e gratuita por lei em todo país, este exame ajuda detectar algum tipo de deficiência auditiva, que o bebê possa ter ou desenvolver. Através deste exame é possível iniciar o diagnostico das alterações auditivas precocemente. È muito importante que todos os bebês façam este exame, pois a deficiência auditiva pode afetar e interferir no desenvolvimento da fala entre outras atividades, ainda no desenvolvimento da criança.
Este exame também é rápido e indolor.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Primeiro Mês de Luiza

Hoje vim  registrar o primeiro mês da Luiza. E justamente hoje foi dia da agente de saúde pesar ela aqui em casa, o aumento em seu peso foi pouco, ela nasceu com 2,870 e agora pesa 3,050. Luiza mama muito, passa a noite mamando! pra mim era pra ter um pouco mais de aumento, e só saberei se está certo ou não quando for a consulta dela que será dia 20 do mês que vem! mas, no resto estamos bem.

Em Janeiro dia 22, começará o tratamento dos pés, colocará o primeiro gesso. estou com dor no coração só de pensar no que ela sentirá! mais por outro lado me sinto feliz por saber que com esse tratamento ela poderá andar, tenho certeza e muita fé em Deus que tudo dará certo.

Ela deu seu primeiro sorriso, assim bem de leve mas lindooo! dorme bem durante o dia e passa a madrugada de virgília rsrs

Com 1 mês...

-Luiza não chora mais no banho, fica na maior tranquilidade, principalmente no banho de balde.

-Mama bem, dorme com agente! e nós adoramos uma cama compartilhada.



Por enquanto é só!! vou saindo de mansinho que ela já está querendo mama!! bjos
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Luiza Lara Nasceu!!!



Pois é, Luiza se apressou e pegou todos de surpresa!

No dia em que completei as 36 semanas, o Dr. já me avisou: a partir de hoje conte os dias pra sua bebe chegar. Então, eu já estava na expectativa, correndo na arrumação do quartinho, e preocupada com a reforma da nossa casinha (no diminutivo pq é bem pequenininha mesmo). Faltava muita coisa para podermos morar nela.

Na quinta -feira de manhã, acordei cedo, e arrumei na espera de receber o resto da mudança, que vinha de Pernambuco, e logo as 09:00 maridon chegou com tudo. Depois das 11:00 meu corpo já não aguentava mais, doía tudo! continuei, arrumei o guarda roupa e deixei tudo no seu lugar.

Fui deitar mega cansada, e não demora muito, senti uma dor no pé da barriga, mais nem liguei já que passei a gravidez toda sentindo dor. A dor aumentou, sai da cama e me deitei na rede pra ver se melhorava, e nada ! olhei o relógio  era 01:15, marido percebeu e mandou conometrar, e vi que a cada 10 minutos as dores vinham, pronto! não tive duvidas eram as contrações. Aí  marido já foi logo atrás do carro enquanto eu enfiava na bolça papeis do pré-natal, maquina fotográfica e outros. Ás 02:40 chegamos na maternidade, maridão retirou minha ficha na recepção do PS enquanto eu esperava a medica do platão que logo chegou e fie o exame, constatando que eu já estava com 3 de dilatação.

As dores aumentavam, e logo fui levada de cadeira de rodas ao quarto, me sentei na poltrona, e fiquei lá conversando com o love, informando á ele onde estava as bolças pra trazer depois que nascesse. Ai veio a pergunta: Quem vai assistir o parto? E eu mesma respondo: Ninguém! marido não tem coragem. Ele vai em casa ficar com as crias, enquanto eu fico sozinha.
Ás 04:00 trocam o plantão, e lá vem me fazerem aquele exame que só faz aumentar as dores, eu já estava com 4 de dilatação, porem as dores já não me em comodavam mais, eram fracas tanto que fiquei andando pela sala na espera que isso me ajudasse aumentar a dilatação. Até que vem uma enfermeira me pedindo pra sentar no tal do cavalinho, mas, nem isso me ajudou. O bom é que meu humor ainda estava ótimo, tanto que as enfermeiras brincavam comigo dizendo que eu iria ter o bebe sorrindo. Eu tinha motivos pra sorrir! afinal era o momento mais aguardado de minha vida.

O dia amanhecendo e eu louca pra ter Luiza nos braças e irmos pra casa, ás 06:00 chega um Dr. e chama pra mais um exame,  nesse ele me fala que eu só estava com os mesmos 4 cm, ham? o senhor tá doido! e pra confirmar que ele estava mesmo louco, resolveu me dar alta, pelo simples fato de que eu estava muito calma pra quem iria pari, e disse: O que esta sentido é o "Falso trabalho de Parto", aí pronto meu humor mudou bem rapidinho! até as dores aumentaram. 06:35 marido chega pra me levar pra casa, pois eles já haviam ligado avisando que eu estava de alta, ele sem intender nada, entra no quarto e me ver chorando de dor, me trosendo toda. Muito nervoso vai atrás de outro medico pra me examinar de novo, enquanto isso eu vou pro banho pois me bateu um calor insuportavél o suor pingava. Foi só entrar debaixo do chuveiro que o  bendito tanpão cai, grito pelo marido e junto vem a enfermeira me vestindo a bata e deitando na cama. Chega o Dr. que me deu alta todo sorridente dizendo: Háaa! agora você esta em trabalho de parto! faz o exame novamente e já estou com 5 de dilatação.  

Me levam pro cavalinho e me fazem massagem, volto pra cama e fico la me virando pro lado e pro outro, chamo a enfermeira pra ficar comigo e nada, ate que o julio volta e fica ao meu lado, super nervoso, eu colocando força, chamo uma enfermeira e ela me pede pra fazer mais força com ajuda do marido pois ela vai ajudar em outro parto. Viro onça, me estresso, a Dr. volta á sala e pede pro marido sair pois ele acha ele nervoso de mais, me bate um desespero e chorei litros.
Com 8 de dilatação, elas (1 médica, 3 enfermeiras) me pedem pra bota mais força, e a bolsa nada de estoura, só depois de muita insistência minha é que a Doutora resolve romper a bolsa. Dai então é só alegria, ouso o som mais lindo "chorinho", Foi um parto demorado, onde cheguei a pensar que não conseguiria, mais Deus me deu forças e consegui trazer ao mundo o ser tão esperado da minha família.

As 13:5036 Luiza Lara nasceu, com 2.870 k, medindo 48 cm,  de parto normal, linda e saúdavel.


Mamãe, Papai, Júju e Guga adorou a surpressa, estamos todos bobões  com ela.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Preparativos do Chá de Baby

Boa Tarde Amigas...

...Estou super ansiosa com o chá de bebê da Luiza, afinal só faltam sete dias. Ontem terminei de arrumar as lembrancinhas e o letreiro. Os convites já foram entregues, distribui dois modelos: um em forma de fraldinha para quem irá dá fraldas, e outro em forma de urso para quem irá dá outras coisas.


                                           Amei o do ursinho....



Os convites foram feitos pela minha amiga talentosíssima Regiane Farias, amei o trabalho dela. quem se interessar em conhecer mais sobre os trabalhos, é só clicar em cima do nome dela.

Em tempo.....

Mas, o que me tem deixado muuuuito ansiosa mesmo, é o tão esperado momento,"o nascimento"! Já estou com 33 semanas, os mesmos exatos  8 meses. E me pego pensando horas e horas no dia do parto, em como vai ser, quem vai estar comigo, se vai correr tudo bem e etc.